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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Relator quer 8,3% do PIB na educação


Plano Nacional de Educação - Publicado em 29 de novembro de 2011 


Proposta entre os 7% defendidos pelo governo e os 10% reivindicados por setores do PT foi feita pelo relator

Brasília. O relator do Plano Nacional de Educação (PNE) na comissão especial que discute o assunto na Câmara, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), sugeriu que o governo eleve os investimentos públicos em educação para 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB) até o fim da década. Essa relação está atualmente em cerca de 5%.

O índice consta de uma versão preliminar do relatório, encaminhada a alguns deputados da comissão especial. Os parlamentares vão se reunir hoje com Vanhoni para apresentar sugestões ao texto final, que deve ser lido amanhã na comissão. O relator se reúne hoje com integrantes do Planalto.

O novo percentual é uma proposta intermediária ao projeto de lei 8035/2010, encaminhado pelo Ministério da Educação, que previa 7% do PIB, e o que sindicatos de educação e até setores do PT reivindicam 10%.

O próprio relator já havia aventado a possibilidade de uma proposta intermediária de 8,29%. Outra novidade no texto do relator é a criação de uma meta intermediária para esse índice. Os investimentos devem atingir 7% do PIB até o quinto ano de vigência do PNE (2015). A meta final deve ser atingida até o fim do decênio. O relatório preliminar prevê triplicar matrículas da educação técnica de nível médio, enquanto o MEC prevê só a duplicação.

O relator ainda defende a elevação gradual no número de matrículas de pós-graduação para 70 mil mestres e 35 mil doutores até o ano 2020. A meta inicial previa 60 mil mestres e 25 mil doutores.

A apresentação antecipada visa a facilitar o entendimento entre deputados da comissão. Isso evitaria que debates atrasassem a tramitação. A deputada Teresa Surita (PMDB-RR) teme que o projeto não seja votado em 2011.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Aquiraz recebeu com alegria a dupla Patati e Patatá


O show foi esperado com grande expectativa pelo público que lotou o Estádio Municipal Alberto Targino no centro da primeira capital cearense. Logo cedo pode-se verificar a movimentação nas ruas da cidade, pais que levavam seus filhos para ocupar os melhores lugares em frente ao palco.
O show dos palhaços Patati e Patata é um espetáculo infantil, mas no show em Aquiraz a alegria foi contagiante em todas as faixas etárias: crianças, adolescentes, jovens e adultos pulavam e cantavam com os palhaços mais famosos do Brasil num show fabuloso. O evento foi tranqüilo e muito emocionante.

Confira os melhores momentos:

Paulo Ricardo - Filho do casal Ricardo  e Bárbara Costa

Ricardo Costa e Paulo Ricardo

















Bárbara Costa e Paulo Ricardo


domingo, 27 de novembro de 2011

Evento relembra 23º BC como "espaço de tortura"


26.11.2011| 15:00


Paralelo ao evento do 23º BC, do lado de fora da unidade militar, membros do grupo Aparecidos Políticos se mobilizaram junto com antigos presos políticos na praça General Sampaio, que, segundo eles, está abandonada há mais de dois anos. “Nós pensamos em relembrar e viver com esse local (o 23º BC) como espaço de tortura”, explicou o membro do grupo, o psicólogo Alexandre Mourão, 27.


A ação dos manifestantes rebatizou o espaço como Praça do Preso Político Desaparecido, colocando um manequim com o rosto coberto simbolizando os torturados e uma placa, fazendo alusão ao novo nome dado após o “rebatismo popular”, explicou Mourão. Ele acrescentou que a ação tem o intuito de “relembrar e viver esse passado”.


Junto com o grupo estava o presidente da Associação 64/68, Mário Albuquerque, que adjetivou a ação como “extraordinária”, explicando que o “esquecimento é extremamente prejudicial na construção da democracia no Brasil”. Ao ser questionado pelo O POVO sobre a mobilização, o general Torres de Melo disse se tratar de uma “palhaçada”.

Fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/radar/2011/11/26/noticiaradarjornal,2343623/evento-relembra-23-bc-como-espaco-de-tortura.shtml

Campeã brasileira de Química



Estudante de Iguatu - Publicado em 27 de novembro de 2011 


Débora Letícia concorreu com alunos em todo o País e foi a única de uma cidade do Interior a ser campeã

Iguatu. A aluna Débora Letícia Nogueira de Oliveira, estudante do 9º Ano do Ensino Fundamental da Escola Modelo de Iguatu, obteve medalha de ouro com pontuação máxima na IV Olimpíada Brasileira de Química Júnior. Ela concorreu com milhares de alunos em todo o País e nesta edição foi a única de uma cidade do Interior a ser campeã. Na escola e na casa da medalhista o clima é de comemoração desde o anúncio oficial do resultado da competição estudantil.

Seis alunos ganharam medalha de ouro na IV Olimpíada Brasileira de Química Júnior. Quatro são do Ceará. Três obtiveram pontuação máxima, nota 100, e Débora Letícia Nogueira de Oliveira é um deles, ao lado dos estudantes Pedro Henrique Rocha de Freitas, do Colégio Militar de Brasília, e de Isabelle de Sousa Pereira, do Colégio Farias Brito, de Fortaleza.

Outros três conseguiram pontuação 99. São eles: Marcus Vinícius dos Santos Lima, do Colégio Unisuz, da cidade de Suzano, São Paulo; Mateus Vasconcelos Albuquerque, do Colégio Santa Cecília, em Fortaleza; e Vittória Nobre Jacinto, do Colégio Farias Brito, em Fortaleza.

Débora Letícia, apesar de se dedicar ao estudo da Química, cerca de três horas por dia, disse que prefere disciplinas da área de Humanidades, História, Geografia e Português. Decidida, a aluna campeã nacional já anunciou aos pais e amigos que pretende fazer Curso de Direito. "Fiquei muito feliz e emocionada e na noite em que saiu o resultado não consegui dormir mais. Adoro competir". Outro gosto é por leitura, obra de ficção e publicações científicas. "Leio muito e isso facilita a minha aprendizagem".

O espírito de competição marca a vida da estudante desde o início dos estudos na Escola Modelo. Ela sempre esteve entre os três primeiros lugares e ao final de cada ano letivo recebe medalha de honra ao mérito. É aluna dedicada e referência para os colegas. "É um gênio, e não se mata de estudar", disse o colega, Aislan Arraes. "Estamos felizes por ela ter sido campeã".

Iago Fortaleza com frequência visita a casa da colega e confirma a facilidade de aprendizagem e a dedicação de Débora Letícia. "Com certeza, todos nós estamos felizes, vendo o mérito dela". Aislan Dutra frisou que a colega merecia obter medalha de ouro, pois é dedicada aos estudos e participou da competição com dedicação. "Ela é uma aluna nota dez em todas as disciplinas e isso deixa a gente feliz", afirmou. Alguns colegas aproveitam para estudar e tirar dúvidas de questões com a aluna campeã em casa e na sala de aula.

A estudante Lia Custódio conta que sempre procura Débora para tirar dúvidas sobre problemas de Física, Matemática e de Química. "Ela é muito estudiosa e gosta de explicar, tem vontade de ensinar para que os outros também aprendam. É emocionante a conquista que ela obteve". Helena Raquel, irmã da aluna campeã, confirma a dedicação e o gosto pelo estudo. "Ela estuda todas as disciplinas com regularidade, todos os dias, mas à noite se dedica só à Química".

Neste ano, o resultado da Olimpíada Brasileira de Química atrasou e durante 15 dias a família vivia a expectativa da divulgação. O pai, bancário, José Alderico de Oliveira, verificava todas as noites na internet. Quando a lista de classificação foi anunciada veio a surpresa. "Na verdade, papai procurou o meu nome de baixo para cima, na lista de menção honrosa, depois medalha de bronze, de prata e foi ficando nervoso até que viu o meu nome, entre os ganhadores de medalha de ouro. Era quase meia noite, ele me acordou para dar a notícia e não dormi mais". Ana Paula Nogueira, mãe dela e funcionária pública estadual, não esconde a felicidade. "Ainda estamos comemorando e muito felizes. Sou testemunha do esforço e da dedicação dela e quero agradecer ao professor Marcos Aurélio pelo incentivo que ele deu à turma para participar da olimpíada". O clima de alegria na família repercutiu no dia seguinte na escola, onde ela estuda desde a educação infantil. Houve queima de fogos e comemoração. "Temos uma aluna que é campeã, medalha de ouro", vibrou a diretora, Sulene Ibiapina.

Bolsa de estudo

Após o anúncio oficial, colégios de Fortaleza já telefonaram para a família da aluna campeã oferecendo bolsa integral de estudo. Ela já está matriculada no Colégio Farias Brito. "Ela sempre teve vontade de fazer o Ensino Médio em Fortaleza", contou a mãe. Em 2010, Débora participou da Olimpíada Brasileira de Química Júnior e obteve menção honrosa. Um ano depois, com mais esforço e dedicação chegou ao topo da competição.

Em 2008, foi feita a I Olimpíada Brasileira de Química Júnior. O evento competitivo é para estudantes do Ensino Fundamental, e acontece, anualmente, em duas fases. Os alunos agraciados com medalhas de ouro, prata ou bronze estão automaticamente classificados para participar da OBQ Modalidade A do ano seguinte.

Honório Barbosa
Repórter


Necessidade de capacitação para lidar com bullying


Formação deficiente - Publicado em 27 de novembro de 2011 

Pesquisa realizada com 184 educadores em 23 escolas públicas e particulares cearenses mostrou que 74% não se consideram preparados para trabalhar a situação, 84% nunca falaram sobre o tema com os alunos e 42% sequer sabem exatamente o que significa a expressão bullying

Violência e insultos no lugar do respeito, aprendizagem e brincadeiras. Essa realidade é vivenciada por centenas de crianças e adolescentes vítimas de bullying nas escolas, ambientes que têm como dever a proteção e a formação cidadã.

Contudo, a missão de conter todos as manifestações de violência nas instituições de ensino, que possuem a frente os educadores, é transformada em um desafio ainda maior quando esses profissionais não sabem lidar com o problema.

A deficiência é apontada em pesquisa realizada, entre março de 2010 e outubro deste ano, pelo professor e especialista no tema Luiz Rogério Nogueira. Segundo o estudo, produzido com 184 professores de 23 escolas cearenses, sendo 14 particulares e 9 públicas, 74% destes educadores não se consideram preparados para trabalhar a situação, 84% nunca falaram sobre o tema com o seus alunos e 42% sequer sabem o que significa a expressão bullying.

Para Luiz Rogério Nogueira, existe um grande número de profissionais da área de educação que não sabem distinguir as condutas que levam ao bullying de outros tipos de violência. "Esse não saber lidar é ocasionado pela falta de preparo para identificar e desenvolver estratégias pedagógicas para enfrentar os problemas no ambiente escolar", comenta.

O bullying é um problema que acontece silenciosamente e quando vem à tona pode ser tarde demais. As agressões são justificadas por conta de diferenças físicas ou comportamentais. O fato de ser gordo, magro, alto ou baixo basta para que crianças e adolescentes se transformem em vítimas daqueles que deveriam ser os companheiros no cotidiano escolar.

Poucas denúncias

Mesmo diante dessa gravidade, os números de denúncia de bullying no Ceará são baixos. Conforme Ivana Timbó, titular da Delegacia de Combate a Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (Dececa), neste ano não foi registrada nenhuma ocorrência a respeito do problema. Em 2010, a delegacia recebeu três casos de bullying.

Ivana Timbó esclarece que as poucas ocorrências são motivadas, sobretudo, pelo fato dos pais resolverem a questão na própria escola. No entanto, a delegada alerta que os pais e o colégio devem procurar ajuda na delegacia, visto que as sequelas físicas e emocionais surgidas a partir do bullying são bastante graves. "A escola é garantidora dessas crianças e adolescentes. Ela tem que encarar o problema. Se o colégio não tomar uma postura ele poderá ser punido, pois o bullying pode terminar em um crime grave", destaca.

A delegada informa que, a partir do registro da ocorrência, dependendo do caso, a situação é resolvida com uma audiência, mas, se for constatada maior gravidade, é instaurado um procedimento policial.

Na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), em Fortaleza, as denúncias de bullying são inexistentes. Iolanda Fonseca, titular da delegacia, afirma que esses casos precisam ser informados na unidade para que as ocorrências possam ser enquadradas corretamente.

Falta suporte

Por meio da pesquisa realizada, constatou-se que 93% dos professores entrevistados afirmaram que a escola onde atuam não oferecem suporte para lidar com o bullying. O estudo concluiu que, apesar de alguns colégios trabalhem o tema através de palestras e atividades paradidáticas, "o trabalho ainda é insipiente. A prevenção começa pelo conhecimento. Se o professor não tem competência em interferir nessas ações de bullying escolar, restam às vítimas poucas alternativas", diz o estudo.

Sobre os caminhos que escolas e professores devem seguir, Luiz Rogério comenta que o fundamental é a elaboração de um plano de combate pelas instituições de ensino e a capacitação de seus professores para lidar com o tema. "Os educadores devem ter capacitação, formação, envolvimento e se antecipar aos problemas, criando na escola um ambiente seguro e solidário. A escola deve se preocupar em formar além de bons alunos, bons cidadãos".

O levantamento aponta ainda ser necessário que o educador se sensibilize e reconheça o bullying como um problema, para depois se aprofundar nas causas, consequências, métodos de prevenção, mediação e solução do bullying e assim agir de forma adequada, distinguindo brincadeira de violência e proporcionando à vítima segurança e respeito às suas diferenças e provocando no agressor a consciência de que seus atos são passíveis de punição.





SINAIS DE ALERTA:

Ira intensa
Ataques de fúria
Irritabilidade extrema
Impulsividade
Auto agressão
Poucos amigos
Dificuldade para prestar atenção
Inquietude física
Resultados ruins na escola
Queixas físicas permanentes, como dor de cabeça, estômago e fadiga
Abatimentofísico e psicológico
Pouca paciência
Inércia
Frustração frequente

Fonte: Portal Bullying



OPINIÃO DO ESPECIALISTA
Veriana de Fátima colaço
Psicóloga e Dra. em Educação 


A necessidade de medidas abrangentes

O bullying acontece com frequência na escola, especialmente porque é um ambiente de convivência de crianças e adolescentes com diversidade de valores, crenças, hábitos e formas de interagir, já que são oriundos de famílias e contextos sociais diferentes, embora compartilhem valores mais amplos. Entretanto, o bullying não é exclusivo do ambiente escolar, também aparece no trabalho, em situações de convivência familiar e de lazer.

Toda situação de humilhação traz repercussões negativas, pois coloca sob um plano negativo a autoimagem, a percepção de si e de sua própria valorização. No bullying, as marcas são profundas, vão sedimentando e reafirmando uma valorização negativa, que, para superá-las, precisa ter suportes e apoios que neutralizem ou compensem essa negatividade. Nesse sentido, se coloca a importância da atuação da família e da escola em proporcionar esse suporte, intervindo para minimizar os efeitos danosos e para o combate a essas formas de relações entre as pessoas. 

É necessário que a família e a escola fiquem  atentos às manifestações, às condutas de violência física ou simbólicas e às reações apresentadas pelas vítimas de bullying e tomarem medidas efetivas de combate, tanto no sentido mais individualizado, como numa perspectiva mais abrangente de uma política de intervenção geral com normas claras e ações combativas.

ENFRENTAMENTO FRÁGIL
Iniciativas buscam garantir capacitação nas escolas

Diante dos resultados apontados pela pesquisa, é visível a necessidade de aperfeiçoamento dos educadores cearenses para lidarem com crianças e adolescentes que venham a ser tanto vítima como agressor em um caso de bullying.

Ações efetivas ligadas à prevenção e ao combate do problema precisam ser colocadas em prática rapidamente. Umas das iniciativas adotadas neste ano foi a aprovação de dois projetos de Lei, do vereador Salmito Filho. O primeiro, Nº 0127/2011, institui o dia 07 de abril como o Dia Municipal de Combate ao Bullying. Em seu Artigo 3º permite que a Câmara Municipal realize atividades educativas.

Já a Lei 0129/2011 decreta que as escolas municipais de educação básica devem incluir em seu projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying. Em seu Artigo 3º, a lei tem como um de seus objetivos capacitar os docentes na implementação de ações de discussão, prevenção, orientação e solução.

Sensibilização

No âmbito estadual, o Governo do Estado propôs a Lei 14.754, já aprovada. Segundo a norma, o Poder Executivo está autorizado a instituir programa de prevenção e combate ao preconceito, intimidação, ameaça, violência física e/ou psicológica originária do ambiente escolar.

O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe-CE), Airton Oliveira, destaca que essa dificuldade dos educadores em lidar com o assunto já foi observada, em especial pelo fato do professor acreditar que deve haver intervenção mais forte da família. Assim, o sindicato, conforme explica, promove ações, de sensibilização dos professores, como encontros com especialistas e distribuição de cartilhas educativas.

"A tendência é que o professor tenha consciência que ele é um elemento fundamental no combate ao bullying. Temos que entender que a escola também tem um papel importante nesta questão", afirma.

Nas escolas públicas municipais, segundo Flávia Góes, chefe do Departamento de Gestão Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (SME), a Prefeitura vem realizando diversas ações de formação de professores relacionadas ao problema da violência escolar que estaria diretamente ligada ao bullying. "Temos comissões que buscam identificar as manifestações de violência tanto na escola quanto em casa. Desenvolvemos ainda um trabalho de capacitação dos docentes, preparando-os para identificar essas agressões".

Já a Secretaria da Educação do Estado (Seduc) afirma que, baseando-se na norma legal aprovada, está sendo implantando nos colégios estaduais o programa Geração da Paz, visando à construção de uma cultura de paz e combatendo portanto o bullying escolar.

JÉSSICA PETRUCCI
REPÓRTER



sábado, 26 de novembro de 2011

XXVII Dia do Ex-Aluno


XXVII Encontro de Ex-alunos do IFCE – Revivendo Momentos Marcantes
Campus Fortaleza
Inscrições no período de 16/11 a 07/12/2011
O INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ convida-os a participarem do XXVII Encontro de Ex-Alunos do IFCE. Com o intuito de acompanhar o desempenho profissional dos nossos egressos e promover a integração entre eles, realizamos mais uma edição do evento, por meio da Coordenadoria de Estágios e Egressos da Diretoria de Extensão Campus Fortaleza e o apoio da Diretoria Geral Campus Fortaleza e da Reitoria.
Programação:
Dia: 10/12/2011 - 19h30min às 24h
19h30min – Palavra do Reitor e homenagem ao Ex-aluno Cláudio Lenz César.
20h – Apresentação artística
21h – Coquetel e início do baile

Seminário de História debate o Homem e suas relações com a natureza



 O Seminário “História, Cultura e Natureza: fontes e abordagens” reúne, de 6 a 14 de dezembro de 2011, no auditório da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), no Campus do Itaperi da Universidade Estadual do Ceará (Uece), mais de 100 participantes, entre alunos de História e de áreas afins, para debater o “Homem e suas relações com a natureza”. O evento é uma realização do Grupo de Pesquisa História, Cultura e Natureza e a programação constará de palestras, mesas redondas, grupos de estudos, quando serão discutidas as pesquisas realizadas pelos seus integrantes, além de outras atividades.

Segundo informações da coordenação do seminário, as inscrições são gratuitas, e devem ser feitas através do site
 http://www.uece.br/eventos/seminariohcn, até o próximo dia 30 de novembro. O número de vagas é limitado em 110. A iniciativa conta com o apoio do curso de graduação em História da Uece, do Mestrado Acadêmico em História (Mahis) e do Grupo de Trabalho História em Movimento.


Informações e programação do evento na página do blog Seminário HCN.

Fonte: http://www.uece.br/uece/index.php/noticias/1982/1982



Papel da televisão educativa é discutido em série inédita



TV Escola

A TV Escola do Ministério da Educação apresenta a partir de terça-feira, 29, até 2 de dezembro, a série TV e Educação: Capítulos de uma História. Os episódios abordam a relação entre o audiovisual e a educação e indicam como a mídia, especialmente a televisão, pode produzir uma programação educativa. 

Produzida pela TV Escola, a série, que irá ao ar sempre às 19 horas, aborda aspectos da história e do desenvolvimento da televisão voltada para a educação. Mostra ainda a relação com o público de educadores e como os temas educativos são trabalhados na programação.

Ao debater o uso da TV para a veiculação de temas voltados para o público escolar — professores, gestores, alunos e comunidade, na relação desta com a escola —, os episódios mostram o desenvolvimento dos primeiros programas e as relações entre conteúdo educativo e formatos televisivos, como os telecursos e teleaulas. Aspectos como a repercussão da televisão na formação de professores e impacto do uso da TV em salas de aula também ganham destaque. Outra abordagem é a forma pela qual as aceleradas mudanças tecnológicas afetam a produção de programas e vídeos.

A série também apresenta a televisão como instrumento de debate no ambiente escolar, no qual questões de raça e etnia, gênero e diversidade cultural ganham espaço.

A TV Escola pode ser sintonizada por antena parabólica digital ou analógica em todo o país e via internet. O sinal está disponível também nas operadoras de tevê por assinatura Via Embratel (canal 123), Sky (canal 112) e Telefônica (canal 694). 

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: televisão educativa, TV Escola


Vestibular da UECE de 2012.1 começa domingo

Com 24.920 candidatos inscritos, a Universidade Estadual do Ceará (UECE) realiza neste domingo (27/11), das 9 às 13 horas,  a primeira fase do Vestibular de 2012.1. A Prova, de múltipla escolha, vai medir os conhecimentos gerais dos candidatos, com questões de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Geografia, História, Matemática, Física, Química e Biologia. Ao todo estão inscritos 24.920 candidatos, sendo 20.671 na Capital e 4.249 no Interior do Estado, disputando 2.220 vagas.

Segundo o presidente da Comissão Executiva do Vestibular (CEV), Luiz Eduardo Farias, os Cartões de Identificação dos candidatos estão disponíveis, desde hoje, quinta-feira (24/11) na página eletrônica (www.uece.br). Luiz Eduardo recomenda aos candidatos, que cheguem ao seu local de prova, com uma hora de antecedência, isto é 8h.

O primeiro Vestibular de 2012 será realizado em todas as sedes da UECE, Campus do Itaperi, Centro de Humanidades e nas unidades nos municípios de Quixadá, Limoeiro do Norte, Crateús, Iguatu, Itapipoca e em vários Colégios da Rede Pública e Particular de Fortaleza. Os endereços dos locais de prova encontram-se no Cartão de Identificação do candidato.

A segunda fase acontecerá nos dias 11 e 12 de dezembro, domingo e segunda-feira, respectivamente, no horário das 9h às 13h, com quatro provas: uma de Redação e três Específicas, com 60 questões de múltipla escolha, estabelecidas de acordo com o curso de opção do candidato.

Concorrência:

A concorrência para o vestibular de 2012.1 da UECE tem como média geral 11,23 candidatos para cada vaga. No ranking dos cursos mais procurados, o campeão é Medicina, com 2.964 inscritos, para 40 vagas ofertadas, o que dá uma média de 74,10 candidatos por vaga. O curso de Psicologia, com 40 vagas, vem em segundo lugar com 45,40 candidatos para cada vaga. O curso de Nutrição, com 30 vagas, vem em terceiro lugar, com 44,13 para cada vaga, tem 1.324 candidatos inscritos. O curso Administração/diurno é o quarto mais concorrido com 1.334 inscritos, ou seja, 33,35 candidatos para cada vaga. O curso de Enfermagem/diurrno aparece em quinto lugar com 30,95 candidatos para cada vaga ofertada, com 1.238 inscritos.

Mais informações na CEV nos telefones 3101.9710 e 3101.9711

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Decisão sobre greve será tomada em clima de pressão



Hoje tem Assembleia Geral dos Professores, que poderá deflagrar uma nova paralisação. Parte da categoria defende a greve, mas teme que outros grupos tenham se intimidado pela tensão dos últimos dias

25.11.2011| 01:30


Em clima de pressão por todos os lados, os professores da rede estadual voltam a se reunir hoje em assembleia geral para decidir mais uma etapa da crise que marcou a relação com o Governo Cid Gomes (PSB) em 2011. Parte da categoria mantém a defesa de nova greve, mas teme que outros grupos tenham se intimidado pela tensão dos últimos dias – sentimento que foi captado pelo O POVO, ontem. Mesmo insatisfeitos com as propostas do Executivo, alguns já admitem que votarão contra a paralisação.


Os motivos vão do medo de represália às recentes reivindicações de pais de alunos, que têm se unido para protestar contra a interrupção das aulas. “Eu sou a favor da greve, por conta da mentira que está sendo colocada pelo Governo. Mas, ao mesmo tempo, vou votar contra, pelas circunstâncias. Sei que se eu não for trabalhar, vou sofrer punições. E também tem a questão de se colocar no lugar do aluno”, explicou o professor Cláudio Meneses, da escola César Cals, em Fortaleza.


O docente Jair Alves, da escola Eliezer de Freitas Guimarães, é outro que já não acredita na possibilidade de greve. “O Estado conseguiu o que queria: desmobilizar a categoria, de tanta pressão. O próprio sindicato se diz contra a paralisação”, opinou.


O POVO tentou contato, durante toda a tarde e início da noite de ontem, com diretores do Sindicato dos Professores do Ceará (Apeoc), mas os telefones encontravam-se desligados. Uma funcionária informou que a cúpula havia se reunido a portas fechadas, mas que não tinha conhecimento do teor da conversa.


Pela greve

Mesmo com toda a tensão, há um grupo que mantém a decisão de votar pela greve. “Todas as zonais que se reuniram pelo Estado deliberaram pela greve, porque, após 30 dias e depois mais 15 dias, a proposta do Governo não acena quanto à principal reivindicação que é a repercussão do piso na carreira”, disse Rosa da Fonseca, integrante do movimentos das zonais, membro do Movimento Crítica Radical.


Ontem à tarde, ela organizou uma caminhada em defesa da greve, que saiu da praça da Bandeira em direção à praça do Ferreira. Muitos estudantes compareceram. Segundo Rosa, não havia muitos professores na manifestação, para não interromper as aulas, sem que a greve fosse deflagrada. Ela diz ter recebido denúncias de que as Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação do Estado do Ceará (Credes) têm oferecido transporte para a Assembleia Geral apenas para os professores que assinarem um termo se comprometendo a votar contra a greve. “Essa é uma tentativa de interferir diretamente na decisão. É pressão, ameaça, intransigência”, criticou.



ENTENDA A NOTÍCIA

A Secretaria de Educação estuda saídas caso haja nova greve. A secretária Isolda Cela disse que poderá haver um “banco de professores”, com os que quiserem se manter em sala de aula, para substituir os que fizerem paralisação


SERVIÇO 

Assembleia Geral dos Professores do Estado
Quando: 25/11, às 8 horas 

Onde: Ginásio Paulo Sarasate
Outras informações: Credenciamento a partir  das 7 horas


Saiba mais 

A crise entre os professores da rede estadual e o Governo Cid Gomes (PSB) começou em agosto deste ano, quando a categoria deflagrou uma greve que durou 63 dias. 


Durante a paralisação, houve vários episódios de confronto e acirramento entre as duas partes. Passeatas em frente ao Palácio da Abolição, quebra-quebra e agressões na Assembleia Legislativa, infindáveis rodadas de negociações e vários recursos à Justiça marcaram o período.


Após tumultuada reunião, no último 7 de outubro, a mobilização deu sinais de cansaço e os professores decidiram suspender a greve, mas prometeram continuar na luta pelas reivindicações sob ameaça de nova interrupção. O número de educadores contrários e favoráveis ao retorno às atividades foi parecido, o que acabou provocando protestos na ocasião.

Hébely Rebouças
hebely@opovo.com.br
Lucinthya Gomes
lucinthya@opovo.com.br